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Neste dia 01
de Abril, nosso Presidente; Dr. José Gonzaga de Souza, teve audiência
exclusiva de aproximadamente 30 minutos com o Ministro Miro Teixeira, com
quem já comunga posições políticas e de amizade desde 1982 veja
foto.  MIRO TEIXEIRA E
GONZAGA EM 1982, FUNDANDO O MOVIMENTO DEMOCRATICO BRASILEIRO – MDB EM
MINAS GERAIS. MIRO ERA CANDIDATO AO GOVERNO DO RIO DE JANEIRO E GONZAGA,
PRESIDENTE DO GRUPO SERRA VERDE, QUE MANTINHA EM BH COM UM GRUPO
ANTIDITADURA, A RVP: UMA RÁDIO VOLANTE POPULAR, QUE TINHA O SEGUINTE
SLOGAN “A RÁDIO, QUE NUNCA TRANSMITE DO MESMO LUGAR”. ATUALMENTE MIRO
TEIXEIRA É MINISTRO DAS COMUNICAÇÕES E Dr. GONZAGA PRESIDENTE DA
CONFEERT-BRAS.
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Nesta
audiência, Dr. Gonzaga estava acompanhado do Deputado Federal da Bancada
Mineira, Lincoln Portela, que foi o maior responsável por ter a nossa
Confederação conseguido esta exclusiva audiência. Lincoln tem sido em
Brasília o maior defensor e porta-voz, fora e dentro do plenário do
Congresso Nacional das nossas rádios comunitárias, de Minas e a favor de
todas outras espalhadas por todo o Brasil. O Gabinete dele o de nº 615 e
tem sido em Brasília, para o nosso Presidente, Dr. Gonzaga o QG e a melhor
trincheira em defesa de todos interesses dos filiados á
CONFEERT-BRAS.
Veja da
esquerda para a direita, o deputado federal Lincoln Portela e o Presidente
da nossa Confederação Dr. José Gonzaga. |
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Durante esta
audiência, realizada no Gabinete do Ministro Miro Teixeira do Ministério
das Comunicações, nosso Presidente Dr. Gonzaga e o Deputado Federal
Lincoln Portela poderam constatar, como é vontade do Senhor Ministro, mudar o
rumo da história, de seu Ministério com as Rádios Comunitárias, que ele vê
e aceita com a nossa mesma ótica: “Elas são fundamentais para que a
democracia também chegue nas comunicações, via nossas entidades e
associações comunitárias”. Na íntegra, apresentamos a carta entregue por
nosso Presidente em mãos ao Ministro Miro Teixeira e uma cópia ao
Secretário de Serviços de Radiodifusão, Dr. Eugenio de Oliveira Fraga, que
nesta audiência, demonstrou um alto grau de conhecimento político e
técnico da radiodifusão, principalmente comunitária em todo o país.
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CORRESPONDÊNCIA BEM
RECEBIDA PELO MINISTRO.
Vespasiano, 30 de Março de
2003
Ao Dr.
MIRO
TEIXEIRA
D.D. MINISTRO DAS
COMUNICAÇÕES
Esplanada dos Ministérios – Bloco
R – 8º andar – Sala 800
Cep. 70.044-900 – Brasília - DF
Proposta de Diálogo faz, a Direção
Nacional da CONFEERT-BRAS – Confederação das Fundações e Entidades Educativas e
Comunitárias das Rádios e TV´s do Brasil ao Ministério das
Comunicações.
JUSTIFICATIVA :
1. Nunca na história do Brasil, houve
tempos tão propicios, para que houvesse a DEMOCRATIZAÇÃO DAS COMUNICAÇÕES, dando
ao povo, via suas respectivas comunidades a oportunidade de fixar seus valores
morais, cívicos, folclóricos, lingüísticos e sociais, que produzissem resistências
naturais a invasão de uma cultura que também, alguns segmentos da sociedade
tenta globalizar.
2. O Brasil possui atualmente
aproximadamente 20.000 Rádios Comunitárias, que fala diariamente para mais de 100
milhões de pessoas, espalhadas por todo o país, proporcionando não por culpa dos
dirigentes das emissoras, um estado de clandestinidade às suas rádios e em
marginais brasileiros, que promovem este tipo de radiodifusão.
3. Toda a imprensa anuncia uma crise
de desemprêgo com a desvalorização do Real e a valorização do dólar, componente
direto de 80% de todos os produtos em todo o mundo.
4. O govêrno então, para realizar
suas promessas de campanha, tem que procurar varias alternativas para absorver a
mão de obra, também através de vários segmentos, sem se endividar mais, interna
e externamente, pois falta o dinheiro publico.
5. Por estes motivos a Diretoria
Nacional da CONFEERT-BRAS resolveu após uma vigorosa Assembléia Geral realizada
em 08 de Fevereiro deste corrente ano, entre outras iniciativas; propor ao
Ministério das Comunicações, a fim de criarmos também nestes nossos importantes
veículos de comunicação, milhares de empregos e levar o Governo Lula, a promover
mecanismos democráticos, que nos leve a sairmos imediatamente da
“Irregularidade” de fato, que muitos já atuam desde 1.964, com bandeiras de
enfrentamento durante um grande período da ditadura militar e agora, o que é
pior, na clandestinidade, num país que transpira nos últimos anos, uma aparente
democracia. A Assembléia decidiu, pedir uma audiência oficial ou promover um
encontro pessoal e preliminar do Ministro que sabemos ser um democrata, com
nosso Presidente, e em seguida, promovermos uma agenda publica, com milhares de
Fundações e Associações, que possuem emissoras no ar. Audiência esta, que será
de iniciativa do MC, com o apoio incondicional da nossa CONFEERT-BRAS, apoiada
por milhares de leais associados.
QUEREMOS PROPOR E JUSTIFICAR
:
6. Aceleração no cumprimento e
execução da Lei 9,612, que regulamentou a Radiodifusão Comunitária, por parte do
Governo Federal e que não se
permita que dezenas de exigências de portarias burocráticas e atos normativos
injustificáveis e negativos do MC e da ANATEL, emperrem os atos de licença e outorgas, constatado pelo fato da
existência de milhares de pedidos estarem em tramitação e menos de 1.200 terem
sido autorizadas, após a promulgação da Lei regulamentadora de 1.998.
7. Que o Senhor Ministro, com seu
grande espírito democrático e de justiça promova a nosso favor que somos
brasileiros, fim da hostilidade feita pela Policia Federal as Rádios
Comunitárias, que tem seus respectivos pedidos protocolados junto ao Ministério
dentro dos prazos que estão sendo previsto pelo Ministério e crie mecanismo para
acelerar as licenças aos pedidos existentes e outros que levem aos que atuam na
clandestinidade a acreditarem na Lei, que veio para regulamentar e não para
amordaçar as nossas comunidades.
8. Que o fato histórico de termos um
Presidente, como o Presidente Lula,
que não se envergonha mesmo frente a todos os meios de comunicação do mundo, em
demonstrar que somos um povo sentimental e agora seremos consciente das nossas
mazelas, faça a diferença, pois é
ele que nos convoca, a todos, inclusive vossa excelência, a conhecê-las na sua
verdadeira dimensão e propõe iniciarmos juntos, uma nova pagina, a caminho de um
pais mais justo, mais igual a partir da identificação da cara e da voz da nossa gente.
9. Queremos oferecer a linha direta
de comunicação que temos com as 1330 filiadas e a possibilidade que temos, de
chegarmos às outras milhares de Fundações e Associações, que só estão na “Clandestinidade” porque não confiavam
nas intenções do modelo vigente até Dezembro de 2002. Se houver o
reconhecimento, deste novo Ministério das Comunicações, que sempre nos governos
anteriores, nos foi negado, mesmo após termos denunciado e solicitado
respeitosamente, que nos fosse encaminhado esclarecimentos, sobre quando e em
que circunstancias, junto ao Ministério, a nossa Confederação, com todas as
qualificações de fato e direito, historicamente criada em 1.994 e tecnicamente
em 1.997, segundo o item XVIII do Artigo 5º da Constituição Federal, não possui
a também, segundo a visão administrativa e jurídica, manifestada por algumas
Diretorias daquele Ministério, os poderes compulsoriamente outorgados ainda pelo
item XXI também do Artigo 5º que reporta determinando que : “As
Entidades Associativas, quando expressamente autorizadas, tem legitimidade para
representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente”; do Artigo 5º dos
Direitos e Deveres Individuais e coletivos de nossa atual Constituição
Federativa do Brasil”.
10.
A
contrapartida se estabelecida e aceita a nossa modesta contribuição, Senhor
Ministro, para uma parceria com o MC, seria possuir este Ministério uma
autêntica ouvidoria, própria, igual a que concedeu ao ANATEL, mas sem os vícios
produzidos por aqueles tecnocratas, irresponsáveis e desavisados da realidade
brasileira, que vivem criando mais normas e portarias, verdadeiros obstáculos e
desrespeito a Lei 9.612, que levam milhares de Rádios Comunitárias a funcionarem
clandestinamente e com isto também, negam o pleno exercício da
democracia:
a)
A
criação destes milhares de emprêgos, ainda que modestos, serão também úteis às
próprias metas do atual Governo Lula. O mais importante é que serão pagos
através de recursos, arrecadados e captados através de publicidades e apoios
culturais das empresas e negócios das próprias comunidades a onde estão
instaladas nossas respectivas Rádios Comunitárias, sem ônus para os cofres
públicos. Serão por certo, como já afirmamos, salários modestos, mas também
compatíveis com a realidade de suas respectivas comunidades. Sendo a media
mínima de seis empregos diretos por emissora com salários justos, baseados em
percentuais da arrecadação previamente acordados, com os empregados, podendo no
inicio ser até o de um salário mínimo e muito mais, após sua definitiva implantação, como
veiculo de comunicação local. Sendo a todos obrigatório à contribuição
previdenciária. Teremos ainda em nossas Rádios e futuras TV´s Comunitárias o
compromisso cívico de não automatizar, as nossas emissoras, como estão fazendo
quase todas emissoras comerciais, produzindo, milhares de desemprego. Nunca
iremos automatizar nossas emissoras, além do limite que iniba eticamente a
criação mínima de seis empregos, por emissora autorizada e só atuarmos, dentro
da legislação, respeitando as rádios comerciais existentes, também
concessionárias do governo, não interferindo em suas freqüências e ou campos de
atuação, nos atendo aos parâmetros e limites de nossas comunidades e nossos
objetivos de também produzir LUCRO SOCIAL.
b)
O MC,
tendo ouvidores imparciais poderia também nos levar a participar de qualquer Conselho ou ação do MC. Por exemplo : Alertar e acabar com o verdadeiro estado de guerra,
atualmente existente entre o MC, que via ANATEL, usa e abusa, junto com a
Policia Federal, força historicamente que ainda é vista como antidemocrática,
contra todas as emissoras comunitárias do país, em guerra fomentada pelas
emissoras comerciais, que pouco ou nada pagam ao governo, poder concessionário e
que ainda promove matérias e grandes criticas antiéticas contra o próprio
governo. Emissoras que rotulam de piratas, as nossas emissoras democráticas,
jogando também contra elas a Policia Federal, promovendo inquéritos policiais
contra legitimas lideranças comunitárias, com base até em varias leis, portarias
e entre outros, o Artigo 70 do Decreto-Lei 236 de 28/02/67, (que modificou a Lei
4.117) todos, mecanismo largamente usados pela ditadura militar, que tanto e
sempre combatemos. Terá o nosso total apoio publico o Senhor Ministro ao
promover uma anistia, decretando o fim dos processos para todos aqueles que,
segundo a ótica dos governos passados e da antiga legislação, refém das rádios
comerciais “Cometeram atos “criminosos” ao praticar a Radiodifusão Comunitária”
e que segundo a nossa ótica, apenas foram atos, de exercício da cidadania junto
as suas comunidades. Não pediremos, que fique claro, anistia para os que agindo
de má fé, montaram Radiodifusão, comprovadamente comercial e com equipamentos de
alta potencia, pois não é nossa intenção propor anarquia. Nós queremos Senhor
Ministro é caminharmos juntos em busca de uma verdadeira democratização também
nos meios de comunicação de nosso país.
Termos que atenciosamente
encaminhamos, para inicio e complemento de estudo de vosso
Ministério..
Dr. José Gonzaga de
Souza
Diretor Presidente da
CONFEERT-BRAS
MINISTRO QUERO CONCEDER MILHARES
DE LICENÇAS.
Nesta audiência,
para comprovar sua intenção a assessoria do Ministro das Comunicações Miro
Teixeira entregou ao nosso Presidente os termos da Portaria 83, deste 24 de
Março próximo passado, inerente a criação em caráter extraordinário de um grupo
de trabalho que em 90 dias, terá a tarefa de criar condições para ele o
Ministro, deferir ou indeferir, milhares de processos de rádios comunitárias.
Nisto ele é otimista e textual; “Quero conceder 7.000 licenças para Rádios
Comunitárias :
Rádio Comunitária
: Grupo de Trabalho
Ministério das
Comunicações
GABINETE DO
MINISTRO
PORTARIA Nº 83, DE 24 DE MARÇO DE
2003
MINISTRO DE ESTADO DAS
COMUNICAÇÕES, no uso de suas tribuições
e:
Considerando que existem em tramitação na Secretaria de Serviços de
Comunicação Eletrônica deste Ministério dezessete mil processos, dos quais
quatro mil e quatrocentos referentes a requerimentos para execução do Serviço de
Radiodifusão Comunitária;
Considerando que com a extinção
das Delegacias do Ministério das Comunicações nos Estados quarenta mil outros
processos ativos referentes a serviços de radiodifusão serão transferidos para
Brasília;
Considerando a necessidade de se
definir critérios que objetivem nortear os procedimentos concernentes à análise
dos requerimentos para prestação do Serviço de Radiodifusão
Comunitária;
Considerando a necessidade de se
criar mecanismos que possibilitem conferir maior transparência aos atos
praticados e;
Considerando a necessidade de
proporcionar maior celeridade à análise desses requerimentos;
resolve:
Art. 1º Instituir Grupo de
Trabalho para, em caráter emergencial e extraordinário,
realizar:
I - todos os atos necessários à
instrução, ao saneamento e ao desenvolvimento dos processos relativos aos
pedidos de autorização para os Serviços de Radiodifusão
Comunitária,
II - o acompanhamento e a análise
dos processos.
Parágrafo único. Todos os atos do
Grupo de Trabalho terão por objetivo a transparência e o saneamento dos
processos e o estabelecimento de procedimentos específicos à formulação da
convicção necessária à decisão.
Art. 2º O Grupo de Trabalho terá a
seguinte constituição:
I - sr. Carlos Alberto Freire
Resende, Diretor do Departamento de Outorga de Serviços da Secretaria de
Serviços Comunicação Eletrônica, que o presidirá;
II - sr.ª Alexandra Luciana Costa,
Coordenadora do Departamento de Outorga de Serviços da Secretaria de Serviços de
Comunicação Eletrônica;
III - sr. Daniel Koslowsky
Herz;
III - sr. Sebastião Correia dos
Santos;
IV - sr. José Carlos Rocha;
e
V - sr. José Luiz do Nascimento
Sóter, na qualidade de suplente.
§ 1º A critério das respectivas
Casas, a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara
dos Deputados e a Comissão de Educação, do Senado Federal, designarão, cada uma,
um representante para acompanhar os trabalhos, com direito a voto.
§ 2º Integrará o Grupo de
Trabalho, na qualidade de consultor, o Professor Adair Leonardo Rocha,
Coordenador do Núcleo de Comunicação Comunitária da Pontifícia Universidade
Católica do Rio de Janeiro.
Art.3º Os membros do grupo de
trabalho alheios a administração deste Ministério, serão competentes,
exclusivamente, para as atribuições fixadas no item II do art. 1º.
Art. 4º Os trabalhos desse grupo
terão início no dia 2 de abril de 2003 e concluirão suas atividades no prazo de
noventa dias a partir de sua instalação, com apresentação de parecer ao
Ministro.
Art. 5º As propostas de
encaminhamento do Grupo de Trabalho poderão ser apresentadas, ainda no decorrer
de seus trabalhos, à consideração e decisão do Ministro das Comunicações.
Art.6º O suporte técnico
necessário aos trabalhos será de responsabilidade do Ministério das
Comunicações.
Art. 7º As reuniões do Grupo de
Trabalho serão públicas, podendo eventuais sugestões serem encaminhadas por
escrito à Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das
Comunicações.
Art. 8º Esta Portaria entra em
vigor na data de sua publicação.
MIRO TEIXEIRA
(Of. El. nº
68/03/SE/MC)
NOSSO PRESIDENTE,
PRESENTE NA ABERTURA DA COMISSÃO QUE VISA ACELERAR OS LICENCIAMENTOS DE MILHARES
DE RADIOS COMUNITARIAS.
No dia 02 de Abril
ás 10:00 horas da manhã, novamente, atendendo sugestão e convite do Ministro
Miro Teixeira para que participássemos da abertura das atividades do Grupo de
Trabalho, nosso Presidente, Dr. Gonzaga acompanhado do Deputado Federal Lincoln
Portela, que após mais um rápido encontro, com o Secretario de Serviços de
Radiodifusão do Ministério; Dr. Eugenio Fraga e com seu Assessor Técnico; Jayme
Carvalho Neto, teve que se ausentar, pois tinham agendado no mesmo horário sua
participação no Grupo de Tarefa Parlamentar de Combate ao Crime Organizado, que
teria a presença do Ministro da Justiça. Nosso Presidente ficou para abertura
oficial dos trabalhos desta Comissão Extraordinária, fazendo algumas rápidas
intervenções e comunicando seu apoio pessoal e de nossa Confederação a este
grupo que irá criar as condições para o Ministro licenciar milhares de rádios
comunitárias em todo o Brasil, no mais curto prazo possível e criar mecanismos
para dinamizar a Radiodifusão Comunitária no Brasil. Este Grupo deverá discutir,
por sugestão do próprio Ministério, o que na integra foi apresentado pelo
Secretario de Radiodifusão do Ministério; Dr. Eugenio de Oliveira
Fraga:
BRILHANTE
GOL.
Sem duvida esta audiência
concedida pelo Ministro das Comunicações; Dr. Miro Teixeira, prova as suas boas
intenções com as Rádios Comunitárias de todo o Brasil. Nosso Presidente; Dr.
Gonzaga e o nosso querido Deputado Federal Lincoln Portela, fizeram um brilhante
gol, a nosso favor, não desculpe, a favor da Democratização das Comunicações do
Brasil.
Matéria da redação da
CONFEERT-BRAS
04 de Abril de
2003
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